Por Kaluan Bernardo

É difícil justificar o preço de R$ 4 mil do PlayStation 4. A Sony culpa os impostos, mas o valor é tão fora da curva que é fácil reunir motivos e bolar teorias consipiratórias para discordar da matemática apresentada pela empresa.Na busca por argumentos, a tentação é disparar reclamações e percepções muitas vezes sem fundamento. No caso do PS4, um discurso muito comum no calor do lançamento tinha mais ou menos esta característica:
“As empresas só colocam estes preços absurdos porque brasileiro paga por isso. É claro que tem imposto, mas esse valor tem uma margem de lucro enorme, porque brasileiro quer pagar caro, só para ostentar. Enquanto tiver ‘cara’ pagando valores absurdos, as empresas deitam e rolam no consumidor local. É por pessoas assim que o país não vai para frente!!”.O que se vê nas ruas, entretanto, é diferente. A ideia de que o brasileiro está disposto a pagar valores surreais para ostentar, engordando os bolsos das multinacionais, provou-se uma falácia. Pelo menos no caso do PS4.
Na Fnac da Avenida Paulista, uma das principais de São Paulo, nenhuma unidade do videogame foi vendida no dia do lançamento. A Sony sentiu na pele as consequências do preço abusivo e tem sido sensata ao não promover o console por aqui, enquanto a Microsoft aproveita a brecha para se projetar com o Xbox One.A questão é tão evidente que um brasileiro que comprou se tornou notícia, não só no Brasil, como fora do país. Ora, se o fato de alguém comprar um videogame é notícia… é porque realmente o ponto está fora da curva. 
Você conhece alguém que comprou o PlayStation 4 oficialmente, em uma loja brasileira, por R$ 4 mil? Eu não. A Sony não divulgou o número de vendas locais, mas o desinteresse pelo produto em uma das principais lojas de eletrônicos na maior cidade do país, e que certamente não é a única, manda o recado: o brasileiro não está disposto a pagar preços excessivamente abusivos.
É claro que, por questões de status, muitas vezes, as pessoas ainda pagam por um produto mais caro. Alguns celulares que chegam a custar R$ 3,6 mil estão aí para testar o valor de status de um produto. 

Olhar Digital

Segundo meu professor de economia se a culpa fosse só dos imposto o preço teria no maximo duplicado, e não quaduplicado.
Por Kaluan Bernardo
É difícil justificar o preço de R$ 4 mil do PlayStation 4. A Sony culpa os impostos, mas o valor é tão fora da curva que é fácil reunir motivos e bolar teorias consipiratórias para discordar da matemática apresentada pela empresa.

Na busca por argumentos, a tentação é disparar reclamações e percepções muitas vezes sem fundamento. No caso do PS4, um discurso muito comum no calor do lançamento tinha mais ou menos esta característica:

“As empresas só colocam estes preços absurdos porque brasileiro paga por isso. É claro que tem imposto, mas esse valor tem uma margem de lucro enorme, porque brasileiro quer pagar caro, só para ostentar. Enquanto tiver ‘cara’ pagando valores absurdos, as empresas deitam e rolam no consumidor local. É por pessoas assim que o país não vai para frente!!”.

O que se vê nas ruas, entretanto, é diferente. A ideia de que o brasileiro está disposto a pagar valores surreais para ostentar, engordando os bolsos das multinacionais, provou-se uma falácia. Pelo menos no caso do PS4.
Na Fnac da Avenida Paulista, uma das principais de São Paulo, nenhuma unidade do videogame foi vendida no dia do lançamento. A Sony sentiu na pele as consequências do preço abusivo e tem sido sensata ao não promover o console por aqui, enquanto a Microsoft aproveita a brecha para se projetar com o Xbox One.

A questão é tão evidente que um brasileiro que comprou se tornou notícia, não só no Brasil, como fora do país. Ora, se o fato de alguém comprar um videogame é notícia… é porque realmente o ponto está fora da curva. 
Você conhece alguém que comprou o PlayStation 4 oficialmente, em uma loja brasileira, por R$ 4 mil? Eu não. A Sony não divulgou o número de vendas locais, mas o desinteresse pelo produto em uma das principais lojas de eletrônicos na maior cidade do país, e que certamente não é a única, manda o recado: o brasileiro não está disposto a pagar preços excessivamente abusivos.
É claro que, por questões de status, muitas vezes, as pessoas ainda pagam por um produto mais caro. Alguns celulares que chegam a custar R$ 3,6 mil estão aí para testar o valor de status de um produto. 
Olhar Digital
Segundo meu professor de economia se a culpa fosse só dos imposto o preço teria no maximo duplicado, e não quaduplicado.
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BlUm3n4u M1L GR4U

3,45 pra quando for depois das 22 horas essa bosta de estação de nem chão próprio não tem é a calçada da rua,ficar fechada e o povo tem que esperar do lado de fora os 2 ou 3 horarios que ainda restam podendo serem assaltados, nem iluminação tem, se estivesse chovendo estariam todos na chuva, mas quando vem o Busão é 3,45 e sem choro.

BlUm3n4u M1L GR4U

3,45 pra quando for depois das 22 horas essa bosta de estação de nem chão próprio não tem é a calçada da rua,ficar fechada e o povo tem que esperar do lado de fora os 2 ou 3 horarios que ainda restam podendo serem assaltados, nem iluminação tem, se estivesse chovendo estariam todos na chuva, mas quando vem o Busão é 3,45 e sem choro.

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Tabela camarada

Via Thiago

Tabela de preços camarada

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icarolongedosol:

O Mesmo serve para games. Ridiculo.
aramatientediada:

U$1 =~ R$1.81

icarolongedosol:

O Mesmo serve para games. Ridiculo.

aramatientediada:

U$1 =~ R$1.81

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U$1 =~ R$1.81

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